sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A América Latina na esquerda

A eleição de Barack Obama inaugurou uma nova fase nas relações entre os EUA e os países da América Lati¬na. A"Doutrina 0bama" prevê a abertura de diálogo com governos antiamericanos de todo o mundo, inclusive da América Latina, já na parte comercial, deve haver pouca mudança. Medidas de proteção à indústria f oram reforçadas nos EUA em conseqüência da crise mundial, o que desagradou aos parceiros comerciais norte-americanos, como o Brasil.
CUBA - Grande desafeto norte-ameri¬cano, Cuba já teve algumas restrições comerciais e políticas aliviadas pela nova gestão norte-americana. Sobre o embargo comercial contra a ilha, no entanto, Obama ainda não dá sinais de que vá suspendê-lo. A exclusão da ilha da OEA também foi anulada, revertendo decisão de 1962.
VENEZUELA - Um dos mais radicais gover¬nantes de esquerda da América Latina, o presidente venezuelano Hugo Chávez aliviou a retórica antiamericana após a eleição de Obama. Ao mesmo tempo em que mantém uma estreita relação com Cuba, a Venezuela exporta a maior parte de seu petróleo aos EUA.
PRESIDENTES DE ESQUERDA - Várias nações latino-americanas elegeram go¬vernantes de esquerda nos últimos anos, fenômeno conhecido por "onda verme¬lha". Além de Hugo Chávez - defensor do "socialismo do século XXI"-, a região tem Evo Morales (Bolívia), Rafael Corrêa (Equador) e Daniel Ortega (Nicarágua). Há também os líderes próximos dos EUA, como Álvaro Uribe (Colômbia) e Felipe Calderón (México), e os moderados, como Lula e Michelle Bachelet (Chile).
GOLPEEM HONDURAS - O governo de Ma¬nuel Zelaya foi derrubado por um golpe militar, em junho. Houve protestos e a condenação da comunidade internacio¬nal. Chávez chegou a acusar os EUA de envolvimento na ação. Mas Obama con¬denou o golpe, ameaçando cortar a ajuda financeira que envia a Honduras.
Fonte Atualidade vestibular – editora Abril

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